POLIGAMIA – UMA ANÁLISE TRIDIMENSIONAL: SOCIOCULTURAL, RELIGIOSA E JURÍDICA
- IUSCULTURA JULAW

- 1 de nov. de 2022
- 1 min de leitura
Telmo Avelino Cavalo Tchitanga
Educador Social pelo ICRA
Estudante de Direito da Universidade Agostinho Neto
O primeiro livro da Bíblia, apresenta-nos a par da criação do mundo, Deus cria o
homem e a mulher abençoando-os dizendo: sejam férteis e multipliquem-se - Génesis 1,22 representando assim a união de que fizemos alusão anteriormente, que foi posteriormente reafirmado por Jesus Cristo através do evangelista São Marcos dizendo que no princípio da criação Deus os fez homem e mulher, por esta razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher e os dois se tornarão uma só carne. Assim, eles já não são dois, mas sim uma só carne. “Portanto o que Deus uniu, ninguém separe” - Marcos 10,6-9. Na perspectiva Jurídica angolana, levantamos o enunciado no artigo 35º da Constituição da República de Angola, doravante designado por CRA ao enunciar a família como o núcleo fundamental da organização da sociedade e como
objecto especial de protecção do Estado, diferente do que dissemos na óptica cristã, a ordem jurídica angolana remete para a legislação ordinária as formas de estabelecimento das relações jurídico familiares, requisitos e efeitos.
Questiona-se na verdade, se “a poligamia é uma questão culturalmente
tolerável, ou como resulta do senso comum, se trata de uma espécie de consentimento
do corno?”. Neste artigo certamente que não ficará respondida essa questão, apenas
lançamos algumas pistas para o contínuo debate sobre a temática.
Leia aqui:



Parabéns pelo artigo, muito rico em termos de conteúdo, e esta ser um prazer ler e aprender todo que nos ofereces, força irmão continua assim vás longe...
Interessante! Parabéns e muita força, Telmo!